Das galáxias á tumba, de Deus ao Grande Pênis míssel balístico. Um dia, em um artigo de revista, chamei-lhe de “Cafetão do Sublime”, mas poderia tê-lo chamado de “Santo do Lupanar”. Tudo nele é engenho, disfarce a arte. Jarbas Medeiros entrou na mansão dos 70, mas a sua voz é de menino que acabou de chupar picolé. Sua bela poesia espelha um universo caótico e dissoluto, porém a sua composição é de um rigor geométrico, pitagórico e apolíneo.