Viver é um rito de passagem. É encenar roteiros escritos por nós mesmos. E o personagem principal nessa encenação da nossa existência é a mente, o maior enigma do ser humano. Com a proposta de fazer com que o leitor lance o olhar para si, antes de confrontar-se com o mundo, este livro se pauta pelo convite ao autoconhecimento. Afinal, podemos demorar a achar o caminho a ser seguido, dar voltas e não atingir o alvo, mas é fundamental saber o que queremos alcançar. É necessária uma bússula singular a cada indivíduo: a sua própria mente. Sem ela não há direção, não há conhecimento. Ela abriga nossas referências, experiências, impressões e traduz nossos valores e comportamentos. O autor reconhece que o autoconhecimento é um dos grandes desafios dos seres humanos, uma vez que costumamos recair no conforto do autoengano. Com uma narrativa inquietante e criativa, o gerontólogo Pedros Paulo Monteiro aborda, entre outros temas desse universo misterioso e fascinante, a diferença entre mente e cérebro e contribui para seu maior entendimento e a compreensão do significado da vida.
Pedro Paulo Monteiro
Mestre em Gerontologia e Fisioterapeuta com especialização em Neurologia.Como professor universitário, vem ministrando palestras e cursos sobre o Novo Paradigma do Envelhecimento.
Blog do Pedro Paulo Monteiro: http://pedropaulomonteiro.com
Artigos e resenhas sobre este livro:
Rose Grazinoli

Um dos melhores livros sobre a mente. Sem dúvida alguma é um dos melhores livros que já tive oportunidade de ler. Encanto-me ao ler tudo que este autor escreve, porque ele consegue tratar temas que podem ser considerados como científicos com um lirismo excepcional. Neste livro, em especial, ele se supera. É impressionante como se desnuda para seu público e como alia poesia a um pensamento racional, não perdendo seu status de pesquisador, sempre trazendo temas importantes e super atuais. Também não posso deixar de citar - e isso foi maravilhoso - foi como me transportei para minha infância e juventude através do discurso do autor. Inúmeras imagens que a escrita traz me transportaram -chegando a me emocionar - para um tempo em que vivi e que foi muito parecido com o que o autor viveu - nos cheiros, nos gostos, nas palavras ouvidas e maneira de sentir a família e o mundo!
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