
Lido nos cinco continentes, o filósofo francês Henri Bergson tornou-se o autor de língua francesa mais traduzido no mundo após a publicação da obra
“A evolução criadora”, que completa 100 anos de existência. Com repercussão mundial, o texto gerou polêmica e resultou em inúmeros estudos sobre Bergson e sua obra, que ainda encontra eco no pensamento contemporâneo. Prêmio Nobel de Literatura em 1927, o filósofo foi um dos mais importantes pensadores do início do século XX. E, como mostram os autores deste livro, Bergson permanece vivo em cada estudo que provoca, em cada deslocamento de olhar que instiga e, também, por meio das implicações de sua obra, que podem ser percebidas na contemporaneidade em seu diálogo com áreas como literatura, artes, educação, antropologia, comunicação, física, entre outras.
Siomara Borba
Siomara Borba é professora do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Foi pesquisadora do CNPq e do Programa Prô-ciência. Coordenou e participou de diversos projetos de investigação, com particular interesse para as relações entre conhecimento e educação. Foi coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Educação da UERJ e parecerista ad-hoc e representante no comitê científico do Grupo de Trabalho em Filosofia da Educação da Associação Nacional de Pós-Graduação em Educação (ANPEd).
Eric Lecerf
Eric Leserf é professor do Departamento de Filosofia da Universidade de Paris 8, onde coordena o curso de graduação em Filosofia. É especialista em H. Bergson, Simone Weil e a filosofia do trabalho. Foi diretor do Programa no Collège International de Philosophie, entre 1992 e 1998 e desde 1995 é co-responsável por Les dialogues philosophiques, organizados por La Maison de l’Amérique Latine en Paris. Desde 2003 é membro do Laboratoire d‘études et de recherches sur les logiques contemporaines de la philosophie na Universidade de Paris 8. Publicou os livros La famine des temps modernes (Paris: Éditions l’Harmattan, 1992) e Le sujet du chômage (Paris: Éditions L’Harmattan, 2002).
Walter Kohan
Walter Kohan é professor titular de Filosofia da Educação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Suas áreas de interesse são Filosofia da Educação, Filosofia antiga, Filosofia francesa contemporânea, Formação de professores e Ensino de Filosofia. Pesquisador do CNPq e do Prociência/UERJ/ FAPERJ, é vice-coordenador do Grupo de Trabalho “Filosofar e ensinar a Filosofar” da Associação Nacional de Pós-Graduação em Filosofia (ANPOF). Foi presidente do Conselho Internacional para a Investigação Filosófica com Crianças (ICPIC). Fez estudos de pós-doutorado na Universidade de Paris 8. Coordena o Projeto “Em Caxias, a filosofia en-caixa?” contemplado pelo Edital de Apoio a melhoria de ensino nas escolas público do Rio de Janeiro da FAPERJ. Publicou, entre outros, Filosofia na escola pública (Petrópolis: Vozes, 1999); Infância. Entre educação e filosofia. (Belo Horizonte: Autêntica, 2003) e Filosofia para crianças (Rio de Janeiro: DP&A, 2000).
Artigos e resenhas sobre este livro:
Que é, afinal, estudos culturais, O
Das luzes a desilusão: o conceito de indústria cultural em Adorno e Horkheimer
Cartografias dos estudos culturais - Uma versão latino-americana
Panóptico, O